quinta-feira, 30 de outubro de 2014
Nada é tão ruim que não possa piorar: Associação da diabetes com tuberculose
sexta-feira, 29 de agosto de 2014
IL-32 é um Marcador Molecular Potencial de Proteção na Tuberculose Humana
segunda-feira, 9 de julho de 2012
Granuloma: vilão da tuberculose
Outro dogma derrubado foi de que o TNF seria responsável pela formação do granuloma, e que na ausência de TNF, os granulomas não se formam e a infecção é mais grave. Os novos estudos mostraram que, na ausência de TNF, os granulomas são formados de forma mais acelerada (referência 4). No entanto, as bactérias proliferam mais, e levam os macrófagos à necrose. O excesso de necrose é que destrói a estrutura dos granulomas, dando a impressão de que eles não haviam sido formados.
4. Clay H, Volkman HE, Ramakrishnan L. Tumor necrosis factor signaling mediates resistance to mycobacteria by inhibiting bacterial growth and macrophage death. Immunity. 29: 283-294, 2008.
terça-feira, 10 de janeiro de 2012
Neutrófilos no centro da patogênese da tuberculose
terça-feira, 31 de maio de 2011
Postagem extra: Patarroyo e as vacinas
Pai de vacina sintética contra malária lamenta falta de apoio à ciência
Fonte: Folha de São Paulo - 31/05/2011 16:25
O colombiano Manuel Elkin Patarroyo, que criou a primeira vacina sintética contra a malária, lamentou nesta segunda-feira "a ausência" de políticas de Estado para impulsionar a ciência na América Latina.
"Ficamos 40 anos movimentando a ciência na Colômbia. Quarenta anos! Comecei muito cedo, mobilizando o país inteiro: 'Olhe, a ciência é útil, é produtiva, não é uma questão de loucos. Isto é algo que realmente conta para a humanidade, para o país, para as pessoas'", relatou.
"Eu não digo que seja indiferença, eu diria que é ausência de políticas de Estado para impulsionar a ciência", avaliou o pesquisador em entrevista à Agência Efe em Madri.
Nesta terça-feira, ele receberá o prêmio Príncipe de Viana da Solidariedade em Navarra, no norte da Espanha.
"Na América Latina, há dois países que se sobressaem, que são México e Brasil, e só", lamentou Patarroyo, que acaba de apresentar a descoberta de princípios químicos a partir dos quais é possível criar vacinas sintéticas contra praticamente todas as 517 doenças infecciosas conhecidas.
A descoberta, "resultado de 33 anos de trabalho", são "regras de jogo definidas" que servirão para prevenir doenças, entre elas a malária, a tuberculose, a hepatite e a dengue, que causam milhões de mortes no mundo.
VACINAS EM DESENVOLVIMENTO
O cientista trabalha agora na segunda geração desta vacina, denominada Colfavac, que deve começar a ser testada em junho de 2012 em humanos, após obter "pouco mais de 90%" de proteção em macacos, o "mesmo resultado" que Patarroyo acredita que obterão em homens e mulheres.
"Nós não estamos pulando do rato ou do coelho aos humanos. Estamos pulando de um único animal, que tem um sistema de defesa praticamente idêntico ao humano, ao humano", explicou.
O cientista revelou que não vai ceder sua nova vacina contra malária à OMS (Organização Mundial da Saúde), como fez com a primeira, "porque a OMS a arquivou, simples e ingenuamente".
Ele afirmou que conta com o apoio de um grupo de pessoas que "está querendo criar um consórcio para produzir a vacina e entregá-la de graça ou a baixo custo à humanidade".
Os testes da nova vacina demandarão "de dois a três anos", o que proporcionará tempo para que trabalhe em outras vacinas.
"Já estamos trabalhando fortemente em tuberculose. É a próxima", relatou Patarroyo, que, apesar das conquistas alcançadas, destacou que "há muito" por fazer até que "se consiga vacinar todas as pessoas".
sexta-feira, 11 de março de 2011
M. tuberculosis de linhagens filogenéticas mais antigas são mais patogênicas?!

Um artigo recente publicado na PLoS Pathogens mostra que a resposta de macrófagos humanos a isolados diferentes de M. tuberculosis é capaz de discriminar entre linhagens de bactérias antigas e novas em termos de evolução. O objetivo primário do estudo foi determinar se há uma correlação entre a relação filogenética e a resposta inflamatória entre MTb isoladas de pacientes que representam a diversidade global do human Mycobacterium tuberculosis Complex (MTBC). Os pesquisadores simplesmente infectaram macrófagos humanos derivados do sangue periférico com diferentes isolados de Mtb e compararam a produção de diversas citocinas e quimiocinas pró-inflamatórias. Essa simples metodologia revelou que isolados mais modernos em termos de filogenética induzem uma resposta pró-inflamatória menos intensa do que isolados mais antigos em macrófagos, mas não em PBMC total.
O que vocês acham que esses resultados trazem de implicações para esquemas vacinais?
Pra mim, o que me intrigou foi verificar a produção de IFNg acima de 100pg/ml por macrófagos infectados com Mtb de grupos filogenéticos mais antigos (figura em evidência acima). Não sei se acredito nisso.
De qualquer maneira, a idéia é interessante e vale a pena dar uma lida no paper.
Fonte: Portevin D, Gagneux S, Comas I, Young D (2011) Human Macrophage Responses to Clinical Isolates from the Mycobacterium tuberculosis Complex Discriminate between Ancient and Modern Lineages. PLoS Pathog 7(3): e1001307. doi:10.1371/journal.ppat.1001307
terça-feira, 19 de outubro de 2010
Progressos na vacina contra tuberculose
quarta-feira, 28 de julho de 2010
Participação de vias mediadas por eicosanóides na regulação da imunidade adaptativa contra o Mycobacterium tuberculosis
quinta-feira, 25 de março de 2010
IL-32: proteção ou exacerbação da patogênese na infecção por M. tuberculosis?
Ilustração.












