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terça-feira, 16 de outubro de 2012

Rejeição X Revisão

Post sugerido por Mauricio Martins Rodrigues

Finalmente agora vem a comprovação científica de que a revisão detalhada dos trabalhos é o melhor caminho para a ciência e não a rejeição. Basta saber se os queridos (não foi essa a palavra que o Mauricio utilizou) editores entenderão o recado......


A rejection notice never feels good, but new research suggests an upside to this routine disappointment in the scientific community. Chances are, if a researcher resubmits her work to another journal, it will be cited more often, according to an extensive prepublication survey published today (October 11) in Science. The finding should not only reassure frustrated scientists, but also persuade journal editors to perhaps reduce rejection rates and instead encourage revision.

“Part of the scientific process is picking a topic and doing the research, but at least half of the process is picking a journal and selling the paper and maybe reselling the paper,” said James Evans, a professor of sociology at the University of Chicago, who did not participate in the research. The new study provides insight into that selling part of science, he said.

The sometimes arduous task of getting a paper published is something that Vincent Calcagno, an evolutionary biologist and ecologist at the Institute for Agricultural Research in Sophia Antipolis, France, is all too familiar with.  “I went through the frustration as a PhD student of having a nice piece of research that I really liked rejected by five, six, maybe seven journals in a row before it was accepted,” he said. Calcagno shared his despair with colleagues and quickly discovered that he was not alone. “But we had no data on
exactly how often papers get rejected and resubmitted and what are the implications,” he said. “I started to wonder, are we losing a lot of time? Is it worth it? Should we directly go to a lower impact journal to avoid being rejected?”

To gather such data, Calcagno and his colleagues turned to the Thomson Reuters Institute for Scientific Information Web of Knowledge citation indexing service—and a lot of helpful scientists. They collected all the life science papers published between 2006 and 2008 across 16 different fields of research and sent an automated email to more than 200,000 of the papers’ corresponding authors. The email simply asked whether the paper had been sent to other journals before the one it was ultimately published in, and if so, which one immediately preceded the successful submission.

In the end, the researchers received responses from 80,000 researchers eager to share their publication experiences. Of those, about 75 percent said that their papers had not been sent previously to another journal, suggesting that, in general, scientists are good at targeting their research to appropriate publications.  “I was very surprised at that,” said Carl Bergstrom, a theoretical and evolutionary biologist at the University of Washington in Seattle, who was not involved in the study. “I thought that people did more shooting high and then
stepping down.”

But for the other 25 percent of respondents, stepping down is exactly what happened. Papers that were submitted more than once tended to be published in journals with a lower impact factors than the journals that were offered first dibs on the research; only a small fraction of resubmitted papers went to journals with higher impact factors. Interestingly however, regardless of whether a paper ended up in a higher or lower impact factor journal, the number of times it was cited relative to other papers in that journal went up, unless papers were resubmitted to journals in a different field.

Calcagno and colleagues’ interpret this unexpected result as a benefit of going through multiple rounds of peer review and revision. “It’s a positive message, and I think the most likely explanation for our results,” Calcagno said.

Evans suggested an additional explanation. “Papers that are more likely to contend against the status quo are more likely to find an opponent in the review system”—and thus be rejected—“but those papers are also more likely to have an impact on people across the system,” earning them more citations when finally published.

Whatever the reason, “it’s not all bad news when a paper is rejected,” said Bergstrom. “We might not know whether it is cause or correlation, but you can still take some comfort in that.” Furthermore, Evans added, the research demonstrates that “it really behooves people to more actively shop their papers around.”

It also behooves editors to hang on to manuscripts, Calcagno suggested. “When a journal has invested work and time from experts to make comments . . . it would be beneficial for that publisher or publishing group not to let the manuscript go to another competing publisher who will benefit from the improvements,” he said.

V. Calcagno et al., “Flows of research manuscripts among scientific journals reveal hidden submission patterns,” Science, doi:10.1126/science.1227833, 2012.

segunda-feira, 14 de fevereiro de 2011

O NIH e o dinheiro público

Direto de Bethesda, logo após uma reunião sobre: parar de gastar!!

O National Institutes of Health (NIH), que é o maior recebedor de financiamento público para a pesquisa biomédica nos Estados Unidos, acabou de receber um corte orçamentário de aproximadamente 1,6 bilhões de dólares para 2012. Se levarmos em conta a inflação anual do setor econômico relacionado à pesquisa biomédica, que gira em torno de 3,5%, o anuncio deste corte significa praticamente congelamento dos gastos do NIH. As estimativas apontam para um cenário em que o poder de compra real do NIH será mais ou menos o que era em 2000, um considerável retrocesso. O NIH é considerado um centro de excelência em pesquisa porque concentra muitos profissionais de ponta, além de uma relativa proteção orçamentária se comparado mesmo às universidades americanas de primeiro escalão. E essa concentração de bons profissionais se dá justamente pelo menor aperto orçamentário. Vamos ver o que vai acontecer depois da implementação do considerável corte.

O NIH é constituído por 27 institutos diferentes, cada um com seu programa de gastos. Tem muito instituto. E estudos muito caros. Mesmo dentro do NIH, somente 16% das propostas de investigação avançada ganham financiamento apropriado, de acordo com o próprio NIH. A consequência disto é que os resultados chegam em ritmo mais lento e os benefícios das investigações demoram muito para serem percebidos pela comunidade. O Human Genome Initiative é uma exemplo de estudo caríssimo e que trouxe uma série de resultados promissores... para médio e longo prazo.

No final, o que temos por aqui é uma ameaça de fechamento de diversos institutos menores, como os National Eye Institute, e de considerável redução de grandes institutos, como o National Institute of Allergy and Infectious Diseases. Até agora, o que se vê é somente ameaça, com muita ansiedade por parte de vários pesquisadores com medo de perder o emprego.

Aqui em Bethesda, o inverno já está se esvaindo, e o calor do verão parece se adiantar. E vai ser quente.

terça-feira, 29 de junho de 2010

10 anos de genoma: Sequenciar é uma coisa, entender é outra


"Muito se avançou, mas uma década ainda é pouco para desvendar a complexidade do genoma e entender como ele se relaciona com as doenças e a vida"

Herton Escobar é jornalista. Artigo publicado em "O Estado de SP":


A grande promessa anunciada pelo sequenciamento do genoma humano era a medicina personalizada. Num futuro não muito distante, diziam, seríamos capazes de diagnosticar riscos e prescrever tratamentos perfeitamente adaptados ao DNA de cada paciente. Dez anos depois, a grande reclamação é que essa promessa não foi cumprida. Até agora. Não da maneira nem na escala que se gostaria, pelo menos.

Fracasso? Dinheiro jogado no lixo? De maneira alguma. O Projeto Genoma Humano foi, ainda é e sempre será um dos maiores feitos da história da ciência. A sequência de 3 bilhões de letrinhas, por si só, não resolve nada. É apenas uma lista de referência, um livro de consultas. Não soluciona nenhum problema. Não cura nenhuma doença. Mas faz o que toda boa ciência faz: levanta um monte de perguntas importantes, que não podiam ser feitas antes e abrem caminho - essas sim! - para uma série de aplicações científicas e tecnológicas.


Entre elas, a tal medicina personalizada. Que, de fato, já existe, mas sua aplicação ainda é limitada por uma série de complicações de ordem científica, econômica e tecnológica. O principal problema é que o genoma humano é muito mais complexo do que se pensava. Mas só sabemos disso porque resolvemos sequenciá-lo.


Há casos de doenças que podem ser relacionadas a um único gene, uma única mutação. Mas elas são a exceção. Quase tudo que acontece no nosso organismo, na verdade, envolve a atividade de vários genes e também de regiões não gênicas, que não codificam proteínas, mas codificam mensagens internas de RNA, que controlam o funcionamento de um ou mais genes, que podem estar inseridos em pontos completamente diferentes do genoma.


Soa complicado? Pois é. O que vai trazer benefícios clínicos para o ser humano não é o sequenciamento do genoma, mas a compreensão das informações contidas nessa sequência. E, principalmente, das implicações de como ela varia de uma pessoa para outra. Pois é disso que depende a medicina personalizada. Se uma tal pessoa tem um A no lugar de um C, o que isso significa? Pode significar que o tumor dela vai entrar em metástase, em vez de ficar quietinho onde está. Ou que esse quimioterápico não vai funcionar para ela. Mas aquele outro vai. Ou pode não significar absolutamente nada.


É difícil saber. A medicina personalizada vai chegar, sem milagres, aonde for possível. Se não chegar, terá valido a pena assim mesmo. Esse "futuro não muito distante" da promessa precisa ser definido com cuidado. Dez anos, em ciência, não é tanto tempo assim. Ainda mais para um tema tão complexo quanto esse.


Além de entender melhor o genoma, é preciso baratear o sequenciamento. Hoje ele custa cerca de US$ 10 mil para um genoma humano completo. A meta é chegar abaixo de US$ 1 mil. E já tem gente falando em US$ 100. Mas esse é o menor dos problemas. A tecnologia avança rapidamente, e o sequenciamento pode ser feito por máquinas robóticas. Compreender e fazer uso das informações produzidas por elas, porém, é um desafio muito mais complexo, que só cabe ao cérebro humano resolver.


(O Estado de SP, 27/6)

terça-feira, 22 de junho de 2010

Portal SciDev destaca ciência brasileira


Um recente Editorial publicado no site SciDev afirma o bom momento da ciência nacional, mas alerta para a necessidade de tornar o apoio permanente

O texto assinado por Luisa Massarani, que é editora de América Latina do portal SciDev e diretora do Museu da Vida, da Fundação Oswaldo Cruz, aponta o crescimento de verbas para pesquisa e desenvolvimento, porém recorda as dificuldades de manter o ritmo de crescimento e a persistência de alguns desafios, como aumentar a quantidade de mulheres em equipes científicas.

O artigo pode ser lido, na íntegra, em inglês ou espanhol, no link: http://www.scidev.net/en/editorials/brazil-s-lessons-on-science-for-development.html


Fonte da figura: Jornal da Ciência - Edição 668, de 11 de Junho de 2010 (http://www.jornaldaciencia.org.br/index2.jsp)

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Reflexões sobre a Ciência, Tecnologia e Inovação no Brasil

Caros, segue mais um Post com intuito de fomentar a discussão acerca da qualidade da Ciência feita no Brasil e sugestões para melhorá-la. Foi escrito pelo Prof. Dr. Mauricio Rodrigues, UNIFESP, que participou da 4ª Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia e Inovação, em Brasília.
Vale ressaltar que esse blog é da comunidade: Comente! Sugestões comentários e criticas construtivas são sempre bem vindas.



Post de Mauricio Rodrigues

Em recente discussão sobre a ciência básica que ocorreu por ocasião da 4ª Conferência Nacional de Ciência e Tecnologia e Inovação (Maio/2010), o Prof. Dr. Sérgio D. Pena (UFMG) expressou os pensamentos que transcrevo abaixo e os quais trago para discussão por considerá-los úteis para o debate sobre a ciência no Brasil e o papel da pós-graduação.

Transcrito: Sergio Danilo J. Pena, professor da Universidade Federal de Minas
Gerais (UFMG), destacou que o Brasil chegou ao 13º lugar em número de
publicações - tendo ultrapassado recentemente a Holanda e a Rússia -,
mas está apenas em 24º no ranking de citações. Segundo ele, vários
fatores explicam o descompasso entre a força da ciência nacional e sua
influência no cenário internacional.

"Um desses fatores é que a nossa pesquisa está baseada na pós-graduação. O aluno precisa partir de um projeto, com um fim já em mente e com um prazo imposto para terminar. A pesquisa resultante é muito conservadora, desprovida de inovação", disse.

Outro desafio a ser enfrentado seria repensar o tipo de demanda feito pelas agências de fomento, que exigem projetos com começo, meio e fim perceptíveis para os avaliadores.

"Chamo isso de demanda criacionista, porque parte do pressuposto de que a ciência tem um 'design inteligente'. A metodologia da ciência não é um desenho, ela ocorre naturalmente, por seleção natural de idéias. Precisamos ser evolucionistas nesse sentido", disse.

Pena citou o cientista Linus Pauling, que dava a receita para a concepção de boas idéias: ter muitas idéias e jogar fora as ruins. "Para identificar as idéias ruins, é preciso ter experimentação e, para isso, é preciso ter recursos. Na pesquisa de risco, é preciso apostar de vez em quando em idéias inovadoras e não apenas naquilo que já se mostra bom a priori. A solução adequada seria voltar o foco, pelo menos em alguns casos, para a trajetória do pesquisador e não exclusivamente para o projeto", disse.

Eu estendo o que o Prof. Sergio mencionou também para os projetos de pós-doutoramento assim como para os projetos de pesquisas da maioria das agências financiadoras. Esta mentalidade que se incutiu na ciência brasileira nos últimos 25 anos tem que ser analisada sobre o prisma de seus benefícios e desvantagens assim como no seu tempo. O fato do pesquisador e estudante terem que solicitar recursos de pesquisa e bolsas para algo que já se mostre factível e bom a priori certamente traz uma série de garantias às agências financiadoras e também a credibilidade do sistema de pós-graduação. Graças a esta estratégia, a maioria das teses são “executadas” e “terminadas” e geram títulos e resultados.
Possivelmente esta estratégia foi importante num determinado momento para que a ciência saísse do patamar muito baixo em que se encontrava e, mesmo com recursos limitados, fosse para um patamar médio que se encontra hoje. Neste sentido esta estratégia foi importante e deve ser aplaudida. O problema é que se colocar no patamar médio não é o suficiente no mundo de hoje. O objetivo da ciência assim como das demais atividades humanas não deve ser o de alcançar à média (mediocridade), deve sim buscar fronteiras impensáveis até pouco tempo atrás (inovação). Neste momento, o modelo de projetos atuais passa a não ser tão útil. Pelo contrário passa a ser um fardo que nos impede de progredir como mencionado pelo Prof. Sergio.
Admito que a ciência brasileira progrediu graças em grande parte à organização da pós-graduação. Entretanto, agora o que eu vejo é que a ciência está impedida de continuar a progredir por estar demasiado atrelada a ela. É muito difícil ver que a ciência brasileira será um dia um exemplo de ciência de ponta com a estrutura baseada em estudantes de 23 a 27 anos que estão tendo seu primeiro contato com a ciência na vida. Se fosse possível fazer isto, outros países já o teriam feito. O que se vê em países que de fato fazem a ciência de ponta, é outro quadro. Nestes países, o programa de pós-graduação é universitário. Ou seja, serve para o ensino. Não visa sustentar a produção científica e muito menos a produção científica de ponta. Com base nesta premissa, a tarefa principal do estudante de PhD é o de estudar e aprender os conceitos científicos na prática. Este estudo o prepara para o desafio posterior, muito maior, que é o de produzir a ciência de ponta que nós, em geral, infelizmente, somente lemos nos periódicos mais conceituados. Este indivíduo já tem PhD e está no programa de pós-doutoramento. Sua idade média é na faixa de mais de 30 anos. Nos bons laboratórios de pesquisa onde se faz pesquisa de ponta, os estudantes de pós-doutorados trabalham por no mínimo 3 anos. Em vários casos este tempo até dobra para 6 anos. Não é também incomum ver pós-docs que já estejam no seu segundo ou terceiro pós-doc, portanto podendo chegar a até mais de 9 anos. Este grupo de pesquisadores dá uma característica importante e são os responsáveis pela ciência de ponta no mundo. Infelizmente, esta população de cientista está faltando no Brasil e certamente nos impede de subir além de um medíocre 24º no ranking de citações.
Bem neste cenário quais seriam as soluções para sairmos deste medíocre 240 lugar no ranking das citações e tentar se mover adiante rumo a uma ciência de ponta?
Infelizmente, nem eu, nem ninguém, tem um coelho dentro da cartola que acho que vai resolver este problema de uma só vez ou num tempo menor que 10 anos. Assim acho que deveríamos tentar buscar soluções com o maior numero de pessoas possíveis e discuti-las o mais rapidamente possível. Neste sentido as Sociedades Científicas como a SBI teriam um papel fundamental neste processo para agilizar e difundir o debate em busca das soluções.
Infelizmente vejo pouca mobilização neste sentido, pois a luta diária para conseguir recursos mínimos para pesquisa serve como uma inércia enorme. Ou seja, vale o pensamento “antes um diabo conhecido que um anjo desconhecido”.

Como mencionado acima pelo Prof. Sergio “A solução adequada seria voltar o foco, pelo menos em alguns casos, para a trajetória do pesquisador e não exclusivamente para o projeto". Esta solução é possível, mas certamente também polêmica, pois divergiriam estes fundos aos pesquisadores mais velhos que já tem “trajetórias”. Assim os mais novos seriam denominados “sem trajetórias” e poderiam iniciar um “movimento dos sem trajetórias (MST) em busca de espaço intelectual.
Eu pessoalmente preferiria levar estes fundos para os pesquisadores com alto impacto de citações. Estes indivíduos seriam identificados pelo número de citações por trabalho o que daria valores independentes da idade. Este grupo certamente elevaria o Brasil nos ranking das citações o que pode ser um dos objetivos tangíveis da ciência brasileira. Outra proposta seria o de dar auxílios proporcionais ao desempenho. Estes prêmios poderiam ser dados por ocasião de trabalhos publicados em revistas de alto impacto assim como após o trabalho ter atingido determinado número de citações num determinado período de tempo. Também proporia um auxílio emergencial para que os pesquisadores com dados muito promissores recebessem alguns recursos rápidos para terminar uma publicação visando uma revista de alto impacto. Por último investir num programa de pós-doutoramento de longo prazo com bolsas de 3 a 6 anos certamente teria um impacto na melhora do desempenho da ciência brasileira.
Certamente outras soluções podem ser sugeridas ao longo de um debate ágil e civilizado em busca de objetivos tangíveis e mensuráveis que não apavorariam os burocratas da ciência brasileira.

sábado, 1 de maio de 2010

PHD!


Muitos já conhecem o site de "cartoons científicos" PHD (Piled Higher and Deeper, acessado em http://www.phdcomics.com). Trata-se de um site muito interessante que traz histórias em quadrinhos sobre o ambiente científico. Estudantes de graduação, mestrandos, doutorandos, pós doutores, orientadores e muitas outras pessoas irão com certeza se identificar com um número de situações cotidianas cômicas bem retratadas no site. Para os novos leitores, há ainda um guia muito bem estruturado (acessado em http://www.phdcomics.com/comics/aboutcomics.html). Fica a dica para os que não conhecem e, para os que já curtiram alguns cartoons, uma oportunidade de revisitar o site.
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