MAY 2013
- 3–7, Honolulu, Hawaii
Immunology 2013: The American Association of Immunologists 100th Annual Meeting
Jamie Wilson and Ursula Weiss - 5–10, Ouro Preto, Brazil
Keystone Symposium: The Innate Immune Response in the Pathogenesis of Infectious Disease
Maria Papatriantafyllou & Ioana Visan - 12–14, Lisbon, Portugal
Cell Symposia: Microbiome and Host Health
- 21–23, Paris, France
30 Years of HIV Science: Imagine the Future
- 23–24, Bruges, Belgium
Abcam: Allergy & Asthma 2013
Olive Leavy - 29–3 June, Cold Spring Harbor Laboratory, New York, USA
78th Cold Spring Harbor Symposium on Quantitative Biology: Immunity & Tolerance
Yvonne Bordon, Laurie Dempsey and Ursula Weiss
JUNE 2013
- 4–5, Yale School of Medicine, New Haven, Connecticut, USA
Charles A. Janeway, Jr Memorial Symposium
Yvonne Bordon - 7–12, Saxtons River, Vermont, USA
FASEB Summer Research Conference: Autoimmunity
- 9–11, Toronto, Canada
Cell Symposium: Immunometabolism: From Mechanisms to Therapy
- 9–14, Nassau, Bahamas
FASEB Summer Research Conference: Signal Transduction in the Immune System
- 9–14, Stonehill College, Easton, Massachusetts, USA
Gordon Research Conference: Mucosal Health & Disease
- 9–14, Waterville Valley, New Hampshire, USA
Gordon Research Conference: Phagocytes
- 21–26, Snowmass Village, Colorado, USA
FASEB Summer Research Conference: Microbial Pathogenesis: Mechanisms of Infectious Disease
- 22–26, Milan, Italy
European Academy of Allergy & Clinical Immunology and World Allergy Organization: World Allergy & Asthma Congress
- 23–28, Kos, Greece
Aegean Conference: 10th International Conference on Innate Immunity
Laurie Dempsey - 23–28, University of New England, Biddeford, Maine, USA
Gordon Research Conference: Apoptotic Cell Recognition & Clearance
- 24–25, Boston, Massachusetts, USA
Abcam: Inflammasomes in Health and Disease
- 27–30, Boston, Massachusetts, USA
FOCIS 2013
JULY 2013
- 1–4, Monte Carlo, Monaco
Frontiers in Immunology Research
- 7–10, Quebec, Canada
14th International TNF Conference
Jamie Wilson - 8–10, Telford, UK
British Society of Allergy & Clinical Immunology Annual Meeting: Allergy Across the Ages
- 13 - 17, Oxford, UK8th Biennial Symposium of International Eosinophils Society
14–19, Steamboat Springs, Colorado, USAFASEB Summer Research Conference: Molecular Mechanisms of Lymphocyte Development and Function
- 17–20, Vancouver, Canada
16th International Congress of Mucosal Immunology (ICMI 2013): Pioneering Frontiers in Mucosal Regulation
- 21–26, The Chinese University of Hong Kong, Hong Kong, China
T Follicular Helper Cells: Basic Discoveries and Clinical Applications
Zoltan Fehervari
AUGUST 2013
- 11–15, Steamboat Springs, Colorado, USA
FASEB Summer Research Conference: Gastrointestinal Tract XV: Epithelia, Microbes, Inflammation and Cancer
- 13–15, Boston, Massachusetts, USA
The Immunotherapies Congress
- 22–27, Milan, Italy
15th International Congress of Immunology
Laurie Dempsey - 31–3 September, Mátraháza, Hungary
EFIS-EJI Symposium: Immune-related Pathologies: Understanding Leukocyte Signalling and Emerging therapies (IMPULSE 2013)
SEPTEMBER 2013
- 2–7, Pultusk, Poland
ESF-EMBO Symposium: B Cells From Bedside To Bench And Back Again
- 8–13, Kos, Greece
Aegean Conference: 7th Leukocyte Signal Transduction Workshop
Jamie Wilson - 13–17, Tours, France
7th International Symposium on CD1 and NKT Cells
- 15–17, Rotterdam, The Netherlands
3rd International Lymphoid Tissue Meeting
- 15–20, Rhodes, Greece
Aegean conference: 2nd International Conference on ImmunoMetabolism
- 21-25, Natal, Brazil29–3 October, San Francisco, USA
Cytokines 2013: From Molecular Mechanisms to Human Disease
OCTOBER 2013
-
IL-1-mediated inflammation and diabetes: From basic science to clinical applications
- 20–22, Newport, Rhode Island, USA
Society for Leukocyte Biology: Regulators of Innate Cell Plasticity
- 28–1 November, Suzhou, China
Cold Spring Harbor Asia Conference: Tumour Immunology and Immunotherapy
-
NOVEMBER 2013
- 3–5, San Francisco, California, USA
The Lancet and Cell: What Will it Take to Achieve an AIDS-free World?
- 7–8, Lisbon, Portugal
International Primary Immunodeficiencies Congress
- 14–17, Taipei City, Taiwan
Asia Pacific Congress of Allergy, Asthma and Clinical Immunology
- 18–22, Suzhou, China
Cold Spring Harbor Asia Conference: Bacterial Infection and Host Defence
- 20–23, Cold Spring Harbor Laboratory, New York, USA
Harnessing Immunity to Prevent and Treat Disease
- 28–1 November, Suzhou, China
Cold Spring Harbor Asia Conference: Tumour Immunology and Immunotherapy
FEBRUARY 2014
- 7–9, Newport Beach, California, USA
15th International Conference on Lymphocyte Activation and Immune Regulation: Innate Lymphoid Cells
MARCH 2014
- 26–30, Nice, France
9th International Congress on Autoimmunity
APRIL 2014
- 10–13, Baltimore, Maryland, USA
Clinical Immunology Society Annual Meeting: Primary Immune Deficiency Diseases North American Conference
MAY 2014
- 2–6, Pittsburgh, Philadelphia, USA
Immunology 2014: The American Association of Immunologists 101st Annual Meeting
JUNE 2014
- 25–28, Chicago, Illinois, USA
FOCIS 2014
OCTOBER 2014
- 26–29, Melbourne, Australia
Cytokines 2014
quarta-feira, 24 de abril de 2013
Conferências em Imunologia
Caros colegas imunologistas, abaixo uma programação com algumas conferências, entre 2013 e 2014, interessantes na nossa área! Programem-se!
terça-feira, 23 de abril de 2013
DNA traps em eosinófilos : an update
| Retirado de Ueki et all, Blood, 121, 2074, 2013 |
A liberação de redes (nets) de DNA por diferentes células incluindo neutrófilos, mastócitos e eosinófilos frente a estímulos incluindo LPS, PMA, citocinas e patógenos tem sido considerada um importante mecanismo utilizado pela resposta imune inata para conter e matar agentes infecciosos. Muitos estudos utilizam o neutrófilo como modelo e muito do que se sabe atualmente sobre essa linha de investigação vem desses estudos. Em muitos trabalhos a liberação de redes de DNA pelos neutrófilos estaria associada à morte das células sendo o DNA liberado de origem nuclear (Brinkmann et all, Science, 303, 1532, 2004). Controvérsias ainda existem a esse respeito e alguns trabalhos evidenciam que não necessariamente a liberação de redes de DNA estaria associada com morte e perda de função celular (Yipp et al, Nat Med, 18, 1386, 2012). Outros evidenciam neutrófilos liberando DNA de origem mitocondrial (Yousefi et all, Cell Death Differ, 16, 1438, 2009).
Em eosinófilos, especialmente, até muito recentemente, só haviam relatos na literatura que evidenciavam a liberação (catapult-like) de DNA mitocondrial que juntamente com proteínas catiônicas secretadas pelo eosinófilo (tais como ECP e MBP) formariam verdadeiras armadilhas (traps) para o ataque a patógenos. Este processo parece não envolver morte celular (Yousefi et all, Nat Med, 14, 949, 2008 e Morshed et all, Allergy, 67, 1127, 2012).
Agora em 2013 Ueki e colaboradores (Ueki et all, Blood, 121, 2074, 2013) mostram que eosinófilos podem liberar redes de DNA nuclear juntamente com seus grânulos secundários intactos num processo citolítico dependente de espécies reativas de oxigênio. O artigo é interessante porque mostra que pelo menos parte desses grânulos liberados são capazes de atuar como organelas secretórias independentes, permanecendo funcionais e respondendo seletivamente a estímulos mesmo fora da célula. De fato esse achado já havia sido demonstrado anteriormente (Neves et all, PNAS, 105, 18478, 2008), mas não para grânulos provenientes desse processo de citólise batizado de ETose. Os autores também mostram que "pacotes" de grânulos envoltos em membrana plasmática também são liberados, e nesta forma os grânulos não se apresentam funcionais.
Vale a pena a leitura !!!
Aproveito para desejar a todos uma excelente terça-feira e para os que são do Rio um ótimo feriado do dia de São Jorge, esse santo tão querido em terras cariocas !!!
Josi
segunda-feira, 22 de abril de 2013
VIII Curso Avançado de Patogênese do HIV - resumo da ópera
Semana passada a Faculdade de Medicina da USP em São Paulo
foi palco do VIII Curso Avançado de Patogênese do HIV. Organizado pelo grupo do
Professor Dr. Esper Kallás, este curso trouxe 11 pesquisadores nacionais e 20
internacionais para falar sobre o estado da arte em estudos pré-clínicos e
clínicos em HIV, incluindo aspectos da imunologia básica, virologia, prevenção
e tratamento, estratégias vacinais, além das políticas públicas brasileiras. As
aulas de imunologia foram ótimas e abordaram temas como o papel da inflamação
basal na performance de candidatos vacinais e na patogenia, o
processamento de antígenos, as respostas mediadas por anticorpos, bem como as
células T CD4+, especialmente as T foliculares e T reguladoras, além
é claro das células T CD8+ citotóxicas, entre outros temas. O Dr. Mario Roederer, do NIH, falou das
limitações de estudos de expressão gênica em populações celulares heterogêneas e
apresentou uma técnica chamada Fluidigm,
que consiste basicamente em um sorting de subpopulções celulares seguido de
PCR em tempo real utilizando para cada amostra até 96 pares de primers
simultaneamente. Segundo Roederer, a combinação de citometria de fluxo e transcriptoma
é mais sensível do que microarray, já
que cada célula é interrogada isoladamente. Assim, pode-se identificar quantas
células expressam determinado(s) gene(s), e quanto cada célula expressa. Os gringos do NIH já estão usando e abusando
do single cell expression profiling e
apresentaram resultados que correlacionam a função de subpopulações celulares
com a resposta a candidatos vacinais, por exemplo. Para quem quiser assistir, todas as aulas
serão disponibilizadas no site do evento (http://www.patogenesedohiv.com.br),
que foi gratuito e patrocinado pela SBI. Fiquei muito satisfeito com a
qualidade desse curso. Parabéns aos organizadores!
Para ler mais sobre Fluidigm,
sugiro o link abaixo.
Abraços e boa semana
Jonatan Ersching
domingo, 21 de abril de 2013
Journal Club IBA: Caspase 11 detecta bactérias exclusivamente no citosol
Bactérias podem se alojar em múltiplos compartimentos
celulares durante uma infecção. Algumas podem se reproduzir no vacúolo celular
enquanto outras conseguem escapar e se reproduzir rapidamente no citosol. A
detecção dessas bactérias se daria por um mecanismo já bem estabelecido, o qual
envolve o reconhecimento do patógeno por receptores do tipo NODlike que juntamente com a molécula
adaptadora ASC ativam capase-1 para que ocorra a clivagem da pró-IL-1β em IL-1β
madura. Além disso, a caspase 1 também está envolvida com um fenômeno
denominado piroptose e consequente eliminação da bactéria.
Estudos
mostram que outra Caspase, a Caspase 11, pode induzir a piroptose e liberar
citocinas independentemente da presença da Caspase 1. Aachoui
e colaboradores mostraram que animais nocaute para Caspase 1 e 11 (Casp1−/−Casp11−/−)
morrem devido a infeção por Burkholderia thailandensis,
uma bacteria altamente adaptada para invasão e reprodução no citosol. Porém
esse efeito não é visto em animais que tiveram os genes que codificam NLRP3,
NLRC4, ASC e das citocinas IL-1β e IL-18 removidos, demonstrando que a proteção
conferida por caspase1/caspase11 é independente do inflamassoma. Nesse sentido
foi visto que o principal mecanismo de eliminação da bactéria é a piroptose. Um
fato intrigante foi observar que esse fenômeno não é espécie-específica, visto
que outras bactérias citosólicas também ativam a piroptose independente de
NLRC4, NLRP3 e ASC.
O
fato é que não se sabia qual das duas caspases mediavam a piroptose. Para
esclarecer essa questão, os autores utilizaram como ferramenta a transfecção de
macrófagos com vetores virais expressando somente caspase 1 ou a caspase 11. De
maneira surpreendente, a expressão da caspase11, mas não da caspase1, aumentou
a citotoxicidade celular. Corroborando esses achados, a deleção da caspase11
aumentou a replicação de bactérias citosólicas, promovendo um aumento na
mortalidade dos animais infectados.
Dessa
forma, a Caspase 11 então pode ser reconhecida como uma outra via (e a última
carta na manga) de proteção ou dano celular que independem da Caspase 1. É a
famosa (e benéfica) quebra de paradigmas científicos que amplifica e melhora o
repertório de perguntas e respostas. E enquanto não temos todas as respostas,
podemos nos divertir (ainda) com as perguntas: i) qual sinal ativa a Caspase
11? ii) qual “inflamossoma” além do classicamente conhecido pode ativa-la? e
iii) Quais os mecanismo de produção de piroptose via Caspase 11?
Fig. 1. Durante
uma infecção, a expressão de Caspase 11 é suprarregulada por meio da sinalização
da ativação de TLR4 ou IFN-γ. Após escapar do vacúolo, a bacteria pode ser
detectada de uma maneira ainda não conhecida pela Caspase 11, a qual promove a
eliminação bacteriana por meio de piroptose.
Post de Gabriel Shimizu Bassi e Juliana Escher
Toller Kawahisa (IBA – FMRP/USP)
sábado, 20 de abril de 2013
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