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segunda-feira, 27 de setembro de 2010

Enquete sobre dificuldades de importação de material científico no Brasil

O email abaixo veio de Stevens Rehen, pesquisador da Universidade Federal do Rio de Janeiro. Mais um esforço na tentativa de melhorar as dificuldades de importação no nosso país.


Prezados colegas,
Peço seu apoio na divulgação e preenchimento do questionário 2010 sobre dificuldades de importação de material científico no Brasil.

A nova edição da pesquisa complementa avaliações prévias, realizadas em 2004 e 2007, e será divulgada publicamente na expectativa de suscitar reflexão atual a respeito de seu impacto sobre o progresso da ciência brasileira.

Para preencher o questionário por favor clique em: http://bit.ly/cjsZSV

Para conhecer as avaliações anteriores:
(2004)
(2007)

Cordialmente,
Stevens Rehen
Laboratório Nacional de Células-Tronco Embrionárias (LaNCE)
Instituto de Ciências Biomédicas
Universidade Federal do Rio de Janeiro
Tel: 55 21 2562 2928 e 2562 2931

segunda-feira, 12 de julho de 2010

A resposta do CNPq sobre a repostagem da Folha de S. Paulo

Nota do CNPq sobre Importações científicas

A matéria publicada pela Folha de S. Paulo no dia 03/07, com o título “Nova regra dificulta ainda mais importação científica” (mostrada aqui no Blog, no texto postado minutos antes desta postagem), gerou uma série de questionamentos por parte da comunidade científica quanto ao real papel do CNPq na importação de insumos e equipamentos científicos para a pesquisa.

Cabe esclarecer que o principal papel do CNPq é credenciar instituições e pesquisadores para fazer importações com o benefício da isenção de impostos. São cerca de 430 instituições e 4.334 pesquisadores credenciados. Nas importações operacionalizadas pelos credenciados, os licenciamentos de importação são registrados pelas próprias instituições ou pesquisadores e têm que ser analisados e confirmados pelo CNPq, que verifica compatibilidade de itens e quantidades. Por mês, são analisados cerca de sete mil licenciamentos de importação que totalizaram, em 2009, cerca de 590 milhões de dólares importados por instituições de pesquisa.

Assim, a maioria destas importações (98%) é feita diretamente pelas instituições e pesquisadores credenciados e o CNPq apenas verifica e autoriza as importações. Historicamente, o CNPq ainda ajuda instituições que tenham dificuldades de realizar importações próprias, realizando todo o processo de importação, incluindo o desembaraço em Brasília e subsequente transporte (aéreo e terrestre) até o destinatário. Estas operações totalizaram, em 2009, 11,8 milhões, ou seja, cerca de 2% do total de importações que o CNPq autorizou.

O CNPq, dessa forma, não começou a transferir às universidades e institutos de pesquisa a responsabilidade pelo processo de importação, como afirma a reportagem. Para a eficiência do sistema como um todo, a prioridade é dada para a função regulatória do CNPq - ou seja, credenciamento e autorização de importações pelas instituições científicas do país - e por isso, as atividades executivas como realizar importações para algumas instituições espalhadas pelo território nacional podem ficar afetadas.

Uma atividade que tem dado resultados positivos realizada pela equipe de importação do CNPq é dar mini-cursos (2 dias) de treinamento para equipes de importação das instituições credenciadas, o que as torna muito mais eficientes na importação direta, evitando a intermediação executiva do CNPq.

Assessoria de Comunicação do CNPq

Fonte: http://www.cnpq.br/saladeimprensa/noticias/2010/0707.htm
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